A inseparabilidade de direitos animais e veganismo

Introdução ao Veganismo
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Não há como falar de direitos animais sem falar de veganismo, porque não existirá sequer direitos básicos para os animais, como o de não sofrer e ter uma existência continuada, enquanto ainda estivermos consumindo, vestindo e usando produtos de origem animal. 

Não há como falar de direitos animais sem falar de veganismo, porque não existirá sequer direitos básicos para os animais, como o de não sofrer e ter uma existência continuada, enquanto ainda estivermos consumindo, vestindo e usando produtos de origem animal. 

Sendo assim, para que “direitos animais” faça algum sentido, o primeiro passo a dar, a nível individual, é rejeitar o uso dos animais como mercadoria, como coisa, como escravo e nos tornarmos veganos.

Ao fazermos isso, a nossa posição de não participar mais da violência imposta aos animais fica clara e aquela ideia que temos ao dizer que nos importamos com os animais finalmente se concretiza.

A partir daí, informar sobre o veganismo, sempre que tivermos uma oportunidade, faz parte do processo de mudança a nível social, já que cada pessoa que se torna vegana nos aproxima mais do objetivo de acabar com a escravidão animal efetivamente porque mudará a noção cultural de que animais são coisas para serem usados como propriedade, como recursos dos humanos.

Não precisamos de nenhum esquema grandioso para fazer isso. Podemos, por exemplo, conversar com as pessoas e fazer com que entendam que a nossa atitude de ser vegano é condizente com o que elas também acreditam: que impor sofrimento e morte aos animais sem necessidade -- já que não precisamos de nenhum produto de origem animal para ter uma vida saudável -- é errado e que, num mundo mais justo, todos animais sencientes, não somente cães e gatos, deveriam ter seus interesses fundamentais de não sofrer e viver respeitados.