Os seis princípios da abordagem abolicionista

Princípios Abolicionistas
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1. A abordagem dos direitos animais abolicionista afirma que todos os seres sencientes, humanos ou não-humanos, têm um direito: o direito básico de não ser tratados como propriedade alheia.

1. A abordagem dos direitos animais abolicionista afirma que todos os seres sencientes, humanos ou não-humanos, têm um direito: o direito básico de não ser tratados como propriedade alheia.

2. Nosso reconhecimento desse direito básico significa que devemos abolir, em vez de meramente regulamentar, a exploração institucionalizada dos animais — porque ela supõe que os animais sejam propriedade dos humanos.

3. Assim como rejeitamos o racismo, o sexismo, o preconceito contra as pessoas de idade e o heterossexismo, rejeitamos o especismo. A espécie de um ser senciente não é razão para que a proteção a esse direito básico seja negada, assim como raça, sexo, idade ou orientação sexual não são razões para que a inclusão na comunidade moral humana seja negada a outros seres humanos.

4. Reconhecemos que não vamos abolir o status de propriedade dos não-humanos de uma hora para a outra, mas vamos apoiar apenas as campanhas e posturas que promovam explicitamente a agenda abolicionista. Não vamos apoiar posições que reivindiquem regulamentações supostamente “melhores” da exploração animal. Rejeitamos qualquer campanha que promova sexismo, racismo, heterossexismo ou outras formas de discriminação contra humanos.

5. Reconhecemos que o passo mais importante que qualquer um de nós pode dar rumo à abolição é adotar o estilo de vida vegano e educar os outros sobre o veganismo. O veganismo é o princípio da abolição aplicado à vida pessoal. O consumo de qualquer tipo de carne (vaca, ave, pescado, etc.), de laticínio e ovo, e todo uso de animais para roupas e quaisquer outros produtos, são incompatíveis com a perspectiva abolicionista.

6. Reconhecemos a não-violência como o princípio que orienta o movimento pelos direitos animais. A violência é o problema; não é nenhuma parte da solução.

Fonte: http://francionetraduzido.blogspot.com/2010/01/sobre-o-site_2144.html