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1. A abordagem dos direitos animais abolicionista afirma que todos os seres sencientes, humanos ou não-humanos, têm um direito: o direito básico de não ser tratados como propriedade alheia.

Qualquer pessoa que trabalhou com defesa animal teve a experiência de explicar racionalmente as razões pelas quais a exploração animal não pode ser moralmente justificada já ouviu algo como, 

Ao reconhecer que os animais têm mentes semelhantes à nossa, parece que estamos evoluindo na nossa relação moral com outras espécies. Não se deixe enganar, diz Gary L. Francione

Muitas pessoas acreditam que é errado causar sofrimento e morte desnecessários aos animais e demonstrações de respeito e consideração por certos animais podem ser frequentemente observadas na mídia.

O filósofo Gary Francione desenvolveu a teoria de direitos animais abolicionista, que tem como base moral o veganismo, e é autor de seis livros sobre o assunto. A sua teoria salienta, entre outras coisas, que todos os seres sencientes têm interesse em não sofrer e em continuar a viver, e esses interesses são necessariamente frustrados se eles são usados como recursos dos humanos. Desta forma, se realmente levamos os interesses dos animais a sério e se concordamos que é errado infligir sofrimento e morte desnecessários aos animais, deveríamos adotar o veganismo.

Um grupo de neurocientistas assinou recentemente o manifesto, The Cambridge Declaration on Consciousness, admitindo a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como o polvo.

Quando eu peguei um ônibus em direção à Queen Street, no centro de Auckland, Nova Zelândia, com minha mesinha dobrável e meus pacotes de panfletos sobre veganismo e cartazes, eu estava nervosa e animada.

Uma Campanha de segunda-feira ou uma campanha de segunda categoria? Hum, parece que falta algo. Algum elemento indicativo que essa Campanha seja abolicionista.